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Espanha favorita na Copa 2026, diz supercomputador

Simulação com 10 mil cenários dá 15,8% de chance de título à Espanha. Brasil aparece como 6º favorito, com apenas 6,5% de chance.

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O supercomputador da Opta, referência mundial em análise de dados esportivos, rodou 10 mil simulações completas da Copa do Mundo de 2026 e o resultado é claro: a Espanha é a grande favorita ao título, com 15,8% de probabilidade. O Brasil aparece apenas em sexto lugar, com 6,5%.

O ranking dos favoritos

As projeções da Opta colocam a Europa no topo da disputa. Confira os principais candidatos ao título:

  • Espanha — 15,83%
  • França — 12,77%
  • Inglaterra — ~11%
  • Argentina — ~10,5%
  • Portugal — 6,92%
  • Brasil — 6,5%

A diferença entre os dois primeiros é significativa: a Espanha vence a Copa em quase uma a cada seis simulações, enquanto a França aparece em pouco mais de uma a cada oito.

Por que a Espanha lidera

A atual campeã da Eurocopa soma argumentos de sobra. A seleção de Luis de la Fuente tem um elenco jovem e profundo, liderado por Lamine Yamal, Pedri e Rodri — que voltou ao time titular após 18 meses longe dos gramados. A vitória por 3 a 0 sobre a Sérvia no último amistoso reforçou a confiança.

Brasil: apenas sexto

A posição do Brasil surpreende para quem espera o hexa. A perda de Rodrygo, que rompeu o ligamento do joelho e está fora do Mundial, pesa nas projeções. Além disso, a seleção de Carlo Ancelotti ainda não convenceu em resultados recentes — o empate com a França e a vitória apertada sobre a Croácia nos últimos amistosos deixaram mais dúvidas do que certezas.

O modelo da Opta leva em conta desempenho recente das seleções, força do elenco, fase dos jogadores em seus clubes e dificuldade do chaveamento.

Copa mais aberta da história

Com 48 seleções e os oito melhores terceiros colocados avançando da fase de grupos, as chances de eliminação precoce dos favoritos são menores. Mesmo assim, a distribuição equilibrada das probabilidades sugere que esta pode ser uma das Copas mais imprevisíveis. A soma dos quatro primeiros favoritos não chega a 50% — o que significa que mais da metade das simulações termina com um campeão diferente de Espanha, França, Inglaterra ou Argentina.

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