Atacante do Zenit brilhou nos amistosos de março e se consolidou como opção de Ancelotti para o Mundial. Quarta convocação seguida aumenta confiança.
Luiz Henrique vive o melhor momento de sua trajetória na seleção brasileira. Após quatro convocações consecutivas sob o comando de Carlo Ancelotti, o atacante do Zenit se consolidou como peça importante do elenco e encaminha sua vaga no grupo que disputará a Copa do Mundo de 2026.
Decisivo contra a França
O ponto de virada aconteceu no amistoso contra a França, em março, quando Luiz Henrique entrou no segundo tempo e mudou o ritmo do jogo. Com velocidade, profundidade e capacidade de desequilíbrio, o atacante mostrou exatamente o que Ancelotti procurava em um momento de dificuldade da equipe.
A atuação chamou atenção não apenas pela intensidade, mas pela personalidade demonstrada contra uma das favoritas ao título. Ancelotti reconheceu publicamente que os novos convocados “contribuíram muito” e que “aproveitaram a oportunidade”, o que, segundo ele, “aumenta a dúvida sobre a lista final”.
Disputa no ataque
Com a grave lesão de Rodrygo, que rompeu o ligamento do joelho e está fora da Copa, uma vaga se abriu no setor ofensivo. Luiz Henrique disputa posição pelo lado direito com Estêvão, do Chelsea, e se apresenta como alternativa de características diferentes — mais intenso na marcação e eficiente nas transições rápidas.
O elenco ofensivo de Ancelotti já conta com nomes praticamente garantidos como Vinícius Jr., Raphinha, Matheus Cunha, João Pedro e Gabriel Martinelli. As últimas vagas no ataque seguem abertas, com Endrick e Igor Thiago também na briga.
Próximos passos
A convocação final será anunciada em 18 de maio, na sede da CBF no Rio de Janeiro. Até lá, Ancelotti acompanhará o desempenho dos jogadores em seus clubes nas semanas decisivas das ligas europeias.
Para Luiz Henrique, que fez carreira no Botafogo antes de se transferir ao futebol europeu, a possibilidade de disputar uma Copa do Mundo representa a coroação de uma trajetória de ascensão constante.
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