Atacante do Chelsea sentiu dores na coxa direita aos 15 min do 1º tempo contra o United. É o mesmo músculo da lesão de fevereiro. Copa do Mundo começa em 11/6.
Estêvão saiu do gramado no sábado com dores na coxa direita, aos 15 minutos do primeiro tempo contra o Manchester United, em Old Trafford. O atacante recebeu um passe em profundidade de Delap, arrancou, chutou a gol e caiu. Tentou se levantar. Não aguentou.
Garnacho entrou em seu lugar, e o United fechou a partida em 1 a 0 com gol de Matheus Cunha. A derrota do Chelsea ficou em segundo plano: a lesão foi exatamente na coxa direita, o mesmo músculo que tirou o atacante de campo entre fevereiro e março.
Conforme reportou o tnh1, o atacante voltou a ser preocupação direta para Carlo Ancelotti. O diagnóstico oficial ainda não foi divulgado pelo Chelsea, mas a recaída no mesmo ponto, a menos de dois meses do início da Copa do Mundo 2026, é o tipo de notícia que o torcedor brasileiro mais temia.
A fila das baixas
Estêvão não está sozinho. Alisson, Wesley e Raphinha também vêm enfrentando problemas físicos que podem comprometer a participação no Mundial. O Brasil entra na Copa do Mundo 2026 com um elenco de alto nível técnico, mas cada semana revela um novo ponto de atenção.
Esse padrão não é exclusividade brasileira. O Estado de Minas noticiou que Serge Gnabry, atacante do Bayern de Munique, sofreu uma ruptura no músculo adutor da coxa direita e corre risco real de perder o torneio. O Bayern afirmou que o jogador ficará afastado por um longo período, sem especificar datas. Lesão muscular na coxa direita está se tornando um padrão perturbador entre os atacantes que figuravam como certos nos grupos da Copa.
A pressão sobre Ancelotti
Carlo Ancelotti carrega uma pressão que vai além dos resultados em campo. Como levantou o Metrópoles, nenhum técnico estrangeiro jamais venceu uma Copa do Mundo. Todas as seleções campeãs foram dirigidas por treinadores do próprio país. Na Copa do Mundo 2026, isso pode mudar: pela primeira vez, a maioria das equipes terá um técnico de fora, 27 das 48 seleções ao total.
Gerenciar um elenco com tantos desfalques faz parte do desafio. O italiano já demonstrou capacidade de adaptar esquemas ao longo da temporada. A questão, agora, é saber quantas peças ele vai ter disponíveis quando o Brasil entrar em campo.
O que a recaída pode significar
Lesões musculares repetidas no mesmo local aumentam o risco de novas rupturas, especialmente quando o retorno acontece sob pressão de calendário. No caso de Estêvão, o futebol europeu vai até o final de maio, o que deixa uma margem estreita para recuperação completa antes da convocação.
O atacante tem 18 anos e é titular tanto no Chelsea quanto na seleção. Existe uma tensão real entre preservá-lo para junho e mantê-lo em ritmo competitivo pelo clube. Essa equação tende a se tornar cada vez mais difícil nas próximas semanas.
A próxima semana é decisiva. O Chelsea deve divulgar o diagnóstico oficial em breve, e esse laudo vai determinar se Estêvão chega à Copa do Mundo 2026 como peça central ou como incógnita no ataque de Ancelotti. Se for apenas uma contratura, o prazo é curto mas viável. Algo mais grave, e a comissão técnica precisará repensar os planos.
Perguntas frequentes
Como Estêvão se lesionou contra o Manchester United? O atacante pisou em falso após chutar a gol, aos 15 minutos do primeiro tempo. Sentiu dores na coxa direita e não conseguiu seguir em campo. Saiu substituído por Garnacho.
Qual foi o resultado de Chelsea x Manchester United? O United venceu por 1 a 0, com gol de Matheus Cunha, conforme noticiou o tnh1.
Estêvão vai para a Copa do Mundo 2026? Por enquanto, não há confirmação nem descarte. O diagnóstico do Chelsea ainda não foi divulgado, e a Copa do Mundo 2026 começa em 11 de junho. Isso deixa cerca de sete semanas de prazo para recuperação.
Quais outros jogadores do Brasil têm lesões antes da Copa? Alisson, Wesley e Raphinha também vêm enfrentando problemas físicos que preocupam a comissão técnica de Ancelotti.